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Esterilizar Porquê?

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A importância de esterilizar o seu animal de estimação

A população de cães e gatos cresce dia após dia. Porém, nem todos aqueles que nascem conseguem ter um dono ou um bom lar.
São os chamados cães e gatos de rua. Sabe qual o destino destes pobres animais? O sacrifício.

Não há lugar para abrigar tantos cães e gatos. Assim, a eliminação destes animais é escolhida como solução… Não seria mais humano e racional evitar o nascimento de tantos animais?

Ninhadas são abandonadas no meio da rua e aqueles que sobrevivem geram mais e mais animais que terão um destino incerto.

Muitos permitem que seus animais andem soltos e não têm controle sobre os acasalamentos. E a história repete-se: Gestação indesejada, ninhada abandonada, mais cães na rua. Assim, para muitos casos a esterilização, principalmente das fêmeas, é a melhor solução.

Métodos de Esterilização

Ovariohisterectomia – Retirar o útero e ovários

Ovariohisterectomia – Retirar o útero e ovários

Orquiectomia – Retirar os 2 testículos

A castração também é indicada para a prevenção de doenças como tumores prostáticos, mamários e uterinos.

Os animais castrados têm menor probabilidade de desenvolver um comportamento agressivo e, muitas vezes, a castração é indicada com essa finalidade: diminuir a agressividade em cães e gatos. Assim, vale a pena considerar este assunto. Cada caso deve ter a avaliação e orientação de um médico veterinário.

Mitos e Verdades sobre a Castração / Esterilização

A castração ainda é um assunto bastante polémico para os proprietários de animais de estimação. Está associada à imagem de cães e gatos gordos e letárgicos, “cirurgia cruel”, “mutilação do animal”, etc… É preciso desvendar o que há de falso e verdadeiro sobre a castração e entender bem quando ela é recomendada.

“A castração deixa o animal gordo”
Falso. A castração pode causar aumento do apetite, mas se a ingestão de alimento for controlada e o dono não ceder às vontades do animal, o peso será mantido. Observa-se que animais castrados quando jovens, antes de completar 1 ano de vida, apresentam menos sinais de aumento de apetite e menor tendência de se tornarem obesos. A obesidade pós castração é causada, na maioria das vezes, pelo dono e não pela cirurgia.

“A castração deixa o animal gordo”
Falso. A castração pode causar aumento do apetite, mas se a ingestão de alimento for controlada e o dono não ceder às vontades do animal, o peso será mantido. Observa-se que animais castrados quando jovens, antes de completar 1 ano de vida, apresentam menos sinais de aumento de apetite e menor tendência de se tornarem obesos. A obesidade pós castração é causada, na maioria das vezes, pelo dono e não pela cirurgia.

“A castração deixa o animal apático”
Falso. O animal fica letárgico após a castração apenas se adquirir muito peso. Gordo, ele vai-se cansar facilmente e não terá a mesma disposição. A letargia é consequência da obesidade e não da castração em si. Os animais na fase adulta vão, gradualmente, diminuindo a actividade. Muitos associam erroneamente esse facto à castração.

“A castração mutila o animal, é uma cirurgia cruel!”
Falso. A cirurgia de castração é simples e rápida e o pós operatório bastante tranquilo, principalmente em animais jovens. É utilizada anestesia geral e o animal já está ativo 24 horas após a cirurgia. Não há nenhuma consequência maléfica para o animal que continua a ter vida normal.

“A castração evita o cancro na fêmea”
Verdadeiro. As fêmeas castradas antes de 1 ano de idade, têm uma hipótese bastante reduzida de desenvolver cancro de mama na fase adulta, se comparado às fêmeas não castradas. A possibilidade de cancro de mama é praticamente zero quando a castração ocorre antes do primeiro cio. Retirar o útero anula a possibilidade de problemas uterinos bastante comuns em cadelas após os 6 anos de idade, cujo tratamento é cirúrgico, com a remoção do orgão.

“O macho castrado não tem interesse pela fêmea”
Falso. Muitos machos castrados continuam a ter interesse por fêmeas, embora ele seja menor comparado a um animal não castrado. Se o macho é castrado e há uma fêmea com cio na casa, ele pode chegar a cruzar com ela normalmente, sem que haja fecundação.

“A castração vita que os machos marquem o território em casa”
Verdadeiro. Uma característica dos machos é marcar o território com a urina. Se o macho, cão ou gato, for castrado antes de uma ano de idade, ele não marcará o território na fase adulta.

“Deve-se castrar a fêmea após ela ter tido crias”
Falso. Ao contrário do que alguns pensam, a fêmea não fica “frustrada” ou “triste” por não ter tido filhotes. Essa é uma característica humana que não se aplica aos animais. Se considerarmos a prevenção de cancro em glândulas mamárias, esta será 100% eficaz, segundo estudos, se efectuada antes do primeiro cio.

Mitos e Verdades sobre a Castração / Esterilização

  1. Evita fugas.
  2. Evita a marcação do território (xixi fora do lugar).
  3. Evita o constrangimento de cães “agarrando” em pernas ou braços de visitas
  4. Evita a agressividade motivada por excitação sexual constante.
  5. Evita tumores testiculares.
  6. Evita o aumento do número de animais de rua.
  7. Evita a perpetuação de doenças geneticamente transmissíveis como epilepsia, displasia coxo-femural, catarata juvenil, etc.. (em animais que tiveram o diagnóstico dessas e outras doenças).

Se levarmos em conta quantas vezes um animal macho terá oportunidade de acasalar durante toda a sua vida reprodutiva, seria mais conveniente diminuir sua atracção sexual pelas fêmeas, através da castração. O animal “inteiro” excita-se constantemente a cada odor de fêmea no cio, sem que o acasalamento ocorra, ficando irritado e bastante agitado, motivando a fuga de muitos.

Porque devemos esterilizar as fêmeas?

  1. Evita acasalamentos indesejáveis, principalmente quando se tem um casal de animais de estimação.
  2. Evita o cancro nas glândulas mamárias na fase adulta.
  3. Evita piómetra (grave infecção uterina) em fêmeas adultas.
  4. Evita as “gravidezes psicológicas” e suas consequências como infecções no sistema reprodutivo.
  5. Evita cios.
  6. Evita o aumento do número de animais de rua.
  7. Evita a perpetuação de doenças geneticamente transmissíveis como epilepsia, displasia coxo-femural, catarata juvenil, etc.. (em animais que tiveram o diagnóstico dessas e outras doenças).

É errado o conceito de que a castração só deve ser feita em animais de rua.

Se o proprietário não tem intenção de acasalar sua fêmea, seja ela de raça ou não, é desnecessário enfrentar-se cios a cada 6 meses, riscos de gravidez indesejável e, principalmente doenças como cancro de mama e piómetra. A castração garante uma vida adulta bastante saudável para as fêmeas e tranquila para os donos.

Fonte do artigo: União Zoófila

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